PL, limitado papel dos conselhos de farmácia. – Entender | Gráfica Mavicle-Promo

A proposta é que eles vão começar a analisar somente o exercício de um profissional farmacêutico, e não com o estabelecimento de Odeputado federal Felício Laterça (PSL (BRASIL), apresentou ontem 6/2/2020), o projeto de lei 111/2020. Os lances para o PL não são controversos, e tem levado, nas últimas 24 horas, e a reação dos diversos conselhos regionais de farmácia. Muitos deles, incluindo o Conselho Federal de Farmácia (CFF), publicou as notas de rejeição em suas redes sociais. A CF afirmou que o projeto de lei ameaça o emprego do farmacêutico na promoção do uso racional de medicamentos.

De acordo com o vice-Laterça, a criação dos CFF pode ser uma falsa notícia, porque o projeto de lei, ao contrário do que foi dito, não é uma ameaça para produtos farmacêuticos. “O empreiteiro continua a ser necessária nas farmácias e drogarias. Até mesmo o projeto de lei defende a contratação de farmacêuticos em supermercados, e se amanhã eles começarem a vender drogas.”

“Também é verdade que o PL é uma ameaça para a promoção do uso racional do medicamento, apenas porque ele diz em resposta ao controle remoto. É o descuido por parte do CF. Como é que isso vai funcionar? Você pode se conectar a partir de casa, enviar a receita e ela apela para um tipo de medicamento. O farmacêutico vai encontrar no outro lado da linha, fazer a entrega e enviar o produto. Serviço ao cliente remoto e é. E não é para dizer que não há farmacêutico empregado”, diz ele.

Vale lembrar que ele já está em discussão na câmara dos deputados da PEC 108/2019, o ministro dos assuntos económicos, Paulo Guedes, que lida com a natureza jurídica dos conselhos profissionais. A proposta é deixar o registo obrigatório, incluindo a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Para o fim deste artigo, a PEC estava aguardando o parecer do relator na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).

Leia mais: mantenha-se atualizado com os termos de regulamentação,

Por favor, entenda que é o caso do PL 111, PL 111/2020, de acordo com Felício Laterça, tem como objetivo mudar a maneira em que os conselhos de operar. A idéia é que eles têm que passar a “fazer valer o exercício exclusivo do profissional farmacêutico, a punição para violações de ética, bem como enviando às autoridades competentes relatórios documentados sobre os fatos que apurarem, e a solução não é o limite”.

A inspeção das instalações, um farmacêutico seria de competência exclusiva da vigilância, o local de saúde. “Nossa meta é acabar com a indústria e de honorários, dando-lhe conselhos, os poderes que eles sempre deveria ter sido, que é cuidar apenas do profissional, o farmacêutico, e não punir as empresas.”

Além de limitar as ações dos conselhos, o projeto de lei também propõe um montante de taxas de impostos, que não poderia ultrapassar us$ 100, a realizar de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Com relação às sanções, prevê que é graduada de acordo com a gravidade da infração, a vantagem obtida e, particularmente, a situação econômica, sem ultrapassar o máximo de 10% do valor da taxa para o farmacêutico para mais informações.

Projeto de lei 111 prevê a proposta como um selo para as regras, e as decisões tomadas para colocar no lugar deveres ou obrigações sobre as propriedades da indústria farmacêutica. “Os conselhos não se cansa de fazer resoluções. Eles criaram uma empresa de design. Tudo o que o farmacêutico tem a relatório e pagar uma taxa, no entanto, a crítica da comunidade.”

Adicionado a isso é a capacidade de farmacêuticos para não-gerentes técnicos de ser capaz de exercer a atividade em qualquer ramo de farmácia ou farmácia em que eles são empregados, em conformidade com as regras do trabalho.

O autor do projeto de lei, o projeto tem muito a ver com a liberdade econômica, a bandeira do governo de Jair bolsonaro. “Esta é uma proposta que coloca cada um em seu devido lugar. O conselho de farmácia, e que ele deveria ser, na verdade, o conselho do farmacêutico, você tem que pensar é que para defender o negócio”.

Os representantes da classe de negócio-no caso dos conselhos de farmácia e Os conselhos profissionais são autarquias criadas por lei, com o propósito de que, em poucas palavras, é monitorar o desempenho de suas profissões regulamentadas e, dado que a própria Constituição Federal, em seu artigo 5º, XIII), é a garantia do livre exercício de qualquer profissão, desde que atendidas as qualificações que a lei definir.

Portanto, é da responsabilidade dos conselhos profissionais e o controle exclusivo de, e para inspecionar as atividades comerciais de suas respectivas classes, não é o caso para as autoridades locais para que o governo delegou os poderes de aplicação da punição, o estabelecimento da empresa. E a fiscalização é da competência da atribuição da licença e fiscalizar as condições de funcionamento das instalações da indústria farmacêutica em relação ao cumprimento de normas sanitárias relacionadas com o comércio por si só.

Como resultado, de acordo com o consultor jurídico da ABCFARMA, George Linha, não é apropriado para um conselho de classe é para o propósito de punir o negócio, por meio de regras que são contrárias à lei.

“No nosso entendimento, o projeto de lei de autoria do deputado federal Felício Laterça procura corrigir uma distorção da Lei Federal 3.820/60, que define a competência fiscalizatória do conselho de farmácia, e é importante ressaltar que o projeto não remover o requisito de que a presença de um profissional farmacêutico durante o período de operação da instalação, tampouco representa um descanso para os requisitos estipulados na Lei Federal 13.021/14,” ela diz.

Veja também: Conselhos regionais de Farmácia, reduzindo os valores das taxas

Práticas anacrônicas e arbitrário, segundo a Abrafarma Para o presidente-executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, o projeto de lei não é contra a ocupação, nem ele é contra os profissionais. “O que é o texto da proposta de sociedade, é a de ser uma discussão sobre a prática, fora da data, e arbitrárias das autoridades que regulam a profissão”, diz Mena Barreto.

No mandado, a fim de Felício Laterça é que as autoridades locais têm o princípio legal e o registro, e para a supervisão de um profissional, mas muito mais o papel vital a desempenhar. De acordo com o presidente-executivo da Abrafarma, na proposição do vice-Laterça representa uma situação em que tem sido objeto de inúmeras decisões judiciais do supremo Tribunal de Justiça (STJ): a empresa não pode ser supervisionados, os conselhos de farmácia não vai ser em relação à assistência farmacêutica, em e de si mesmo.

“O deputado recolheu um número de casos de excesso de regulamentação, parte da CF, e que de seus pares nos escritórios regionais. As resoluções, muitos deles ilegais, são criados, e não está satisfeito por ser de difícil adaptação, o que leva à famosa “indústria da multa’. Um dos casos mais emblemáticos é o de assistência farmacêutica possível na ausência de um profissional registrado para a instalação específica. Apesar do fato de que a farmácia é ter um profissional, a substituição de um colega, de acordo com a idc, a empresa é multada por falta de entrega do serviço. Às vezes, o farmacêutico não estava presente, e de uma forma humilhante, ele é obrigado pelo imposto para o CRF para se inscrever para a própria falta, um desrespeito para profissional impressionante”, explica Mena Barreto.

O poder executivo, “em uma época onden dos trabalhadores da saúde, utilizando, entre outras aplicações, para o comércio de mudanças, e mudanças, para eles são as ferramentas que tornam a sua vida mais fácil, ele ainda permanece, por membros do conselho de administração, a visão dos profissionais que são registrados pelo estabelecimento, o que não faz sentido no mundo de hoje. Aqueles que estão interessados em saber o que fulano pertence a loja X? Só a papelada que lhe serão cobrados os seus registros. O que é de interesse da empresa é que o empregado está disponível, e que a assistência farmacêutica é entregue”, diz Mena Barreto.

Na opinião do diretor executivo da Abrafarma, a CF deve ter sido capaz de propor uma reforma da maneira conselhos são organizados e oferecem seus serviços ao País. No entanto, o que destina-se a apoiar os profissionais e para facilitar a modernização das empresas, no total, foi a transformação de um digital representa é um sistema agônico, sobre a casa de visão fiscalista, em meio a recente legislação, a modernização do direito do trabalho, direito da segurança social, e a liberdade econômica posta à votação no Brasil.”

Ascoferj, no Rio de Janeiro, e também a posição sobre a limitação dos conselhos de farmácia, o presidente da Ascoferj, um dos maiores da associação de agências no País, você concorda com a posição das associações nacionais. “O varejo farmacêutico, entende a importância de um farmacêutico no local. É um negócio legítimo, a fim de farmácia local. O que estamos pedindo é para acabar com os abusos dos conselhos de farmácia, e que penalizem a instalação de uma maneira inconsistente”, disse Luis Carlos Marins.

Ele também disse que eles pensam um pouco antiético para que o conselho será responsável por todas as fases do julgamento de uma ação contra uma farmácia ou farmacêutico para mais informações. O conselho de administração deverá rever, bem, ele verifica a capacidade e a vontade de levantar?”, ponderou.

“O que nós queremos é o estabelecimento de um farmacêutico está a ser realizado pelo serviço nacional de saúde, que tem a capacidade para fazê-lo, isto é, nas instalações sanitárias. A actividade do conselho de administração deve ser exclusivamente centrada no acompanhamento do trabalho profissional”, e terminou o Marins.

(PL 111 aguarda o despacho do presidente da Câmara dos Deputados.

Fonte:https://revistadafarmacia.com.br/destaques/pl-felicio-laterca-limita-atuacao-conselhos-de-farmacia/

Fonte: mavicle.com.br/pl-limita-atuacao-dos-conselhos-de-farmacia-entenda-ima-de-geladeira

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *